domingo, 25 de setembro de 2011

 Fácil é amar quando tudo está bem, quando não há complicações, você e o seu "amor" estão na mesma vibe, com os mesmos objetivos e com as mesmas porcarias de vidas. Quando os gostos são os mesmos, quando não há defeitos, nem mesmo vícios. Agora eu quero ver amar quando estão em ambientes diferentes, com amigos diferentes e gostos diversos. Amor perfeito não é essa chupação de bola que a gente vê por aí não, isso é doença! Amor perfeito são aqueles casais que a gente vê quase no final, mas não termina. Onde acontecem as piores brigas, mas as declarações de amor mais intensas...
          Quero ver amar superando a distância, a saudade, o tempo...
          Caso supere estes três fatores, aí sim intitula-se amor! 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

French Navy

"Relationships were something I used to doConvince me they are better for me and you"

           Manhãs frias, cansativas e com a cabeça longe pensando como poderia ser se você estivesse lá ao meu lado também, vivendo todas essas emoções. Tardes ensolaradas e tristes no Centro Cultural Vergueiro, um quase final. Coca-cola em litros, muito doritos, conversas e mais conversas. O vento batendo com força em meu rosto não trazendo consigo uma resposta sobre o futuro. O amor no seu limite. As coisas fora de lugar, uma verdadeira bagunça em suas vidas. Um vídeo, um clipe, um sonho realizado pela metade. O gosto amargo das lágrimas e o sabor triste das crises... Em tudo isso porém uma esperança, quase que desesperadora, um grito clamando pelo final feliz próximo que hoje já está aqui.

Uma jornada de 28 dias.

Eu preciso me entregar, me jogar de cabeça no mundo das letras e tentar tirar as máscaras que nem eu mesma sei quais são, apenas sei que estão aqui. Todos as tem... O difícil é descobrir quais são, não tirá-las, muitas vezes as encorporamos tão bem que já não há vida sem, ou se há é torturante demais para se suportar. A verdade dói.
Eu não estou sendo sincera, a começar pela minha linguagem. Eu não falo assim, essa não sou eu. Mas uma língua dita como padrão e correta é imposta a nós, principalmente profissionais da área de letras. Uma língua com a qual não me identifico e não transparece o que sinto. Vamos então tentar encontrar o meu verdadeiro modo de falar e escrever. Antes disso já digo, minha real questão aqui. O meu problema no momento é se sou uma pessoa superficial, que vive de risos e farras e talvez se recuse a conversas sobre assuntos realmente relevantes...

da série "sem título e sem documento"

Eu não sei se sou instável demais ou se as coisas a minha volta que mudam rápido demais. Não é síndrome de pare o mundo que quero descer, não, não é isso. Eu só gostaria de entender como e porque meus sentimentos quanto a lugares, coisas e pessoas mudam do dia para  noite. O que hoje me agrada, amanhã pode ser que não já suporte mais. Também não sei se por sentir cheiro de final crio uma espécie de resistência, começo a reparar em todos os defeitos daquela situação...
Eu sou feliz como sou, não quero mudar... Mas gostaria de entender.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Quero ser feliz, mas também preciso de adrenalina, quero ser livre e presa ao mesmo tempo. Quero tudo e nada ao mesmo tempo.Como saber se você está feliz em determinado lugar por comodismo ou porque realmente está feliz? Como tentar desvendar seus próprios sentimentos e nomeá-los? A pior coisa é não conseguir entender o que sente, porque não há como curar... Todos tem uma crise de identidade, onde não se sabe quem é e nem pra onde vai.
O problema aqui na verdade não é o clichê e sim o ego. Sendo mais específica, o meu ego.